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Dia Nacional do Turismo: histórias, números e o futuro do setor

O 8 de maio joga luz ao ramo brasileiro responsável por impactar, por exemplo, 52 atividades econômicas e movimentar R$ 200 milhões por ano em viagens domésticas

Mariana Belley, da CNN

Cataratas do Iguaçu (Foto: Getty Images)

Você sabe o que as Cataratas do Iguaçu têm a ver com o Dia Nacional do Turismo? Foi em maio de 2012 que Dilma Rousseff, então presidenta da República, sancionou a Lei 12.625/2012 instituindo o 8 de maio como o Dia Nacional do Turismo. A data faz referência ao 8 de maio de 1916, quando foi solicitado, pelo Estado do Paraná, que as terras junto às Cataratas fossem desapropriadas e declaradas de utilidade pública para a criação de um parque. O pedido foi aceito no dia 28 de julho do mesmo ano, com o Decreto Estadual nº 653/1916. O Parque Nacional do Iguaçu recebe, de acordo com o Ministério do Turismo, cerca de 1,5 milhão de visitantes por ano e é considerado um ícone do turismo nacional e mundial.

Falando em mundo, para a Organização Mundial do Turismo, a OMT, turismo é “as atividades que as pessoas realizam durante suas viagens e permanência em lugares distintos dos que vivem, por um período de tempo inferior a um ano consecutivo, com fins de lazer, negócios e outros.” Para tanto, turismo também fala sobre movimento. Para além de subir a bordo de um avião, carro ou navio rumo a um outro destino, pousar em terras desconhecidas, desbravar novos horizontes, culturas, línguas e costumes, o turismo também conta histórias, fomenta mudanças em um país, gera empregos e oferece a oportunidade expansão, de crescimento. Em números, divulgados pelo Ministério do Turismo:

O Brasil é a 11ª maior economia do turismo no mundo;
Em 2019, o PIB do Turismo foi de R$ 270,8 bilhões;
7 milhões de empregos diretos e indiretos, o equivalente a 7,3%
US$ 5,9 bilhões corresponde aos gastos dos estrangeiros no Brasil. (Fonte: Bacen);
Somos o segundo do mundo em atrativos naturais (Fórum Econômico Mundial);
9º país no mundo em atrativos culturais (Fórum Econômico Mundial);
Movimenta R$ 200 milhões por ano em viagens domésticas
Impacta 52 atividades econômicas;
Nossos parques naturais geram 80 mil empregos e injetam R$ 2 bilhões na economia das cidades.

O futuro do turismo brasileiro.

Daniela Filomeno, jornalista, influencer e apresentadora no CNN Viagem e Gastronomia, aposta no ecoturismo brasileiro como tendência de viagem pós-pandemia. “A pergunta que mais escuto ultimamente: o que você acha que vai mudar nas viagens no pós-pandemia? Não acho que alguém tenha todas as respostas, mas tenho uma visão que é compartilhada também por alguns especialistas e dados que comprovam: o turismo nacional entrou de vez na rota dos travelholics brasileiros.


Jalapão virou um dos destinos mais procurados do Brasil (Foto: divulgação/Coletivo Turismo)

Conhecido e exaltado por suas belezas naturais e culturais pelo mundo afora, o Brasil foi o destino escolhido por cerca de 19 milhões de estrangeiros nos últimos três anos, de acordo com o Ministério do Turismo. E é neste setor que uma modalidade em especial vem despontando: o ecoturismo (ou turismo ecológico). Ele foi o motivo de viagem de 18,6% destes turistas, que viajaram em busca de cenários paradisíacos, com fauna e flora exuberantes, que só o país com uma das maiores biodiversidades do mundo possui. Para saber mais sobre essa tendência, clique aqui e leia a matéria especial feita pela Daniela.

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